domingo, 3 de julho de 2011

ATUANDO EM 21 ESTADOS


           “Estamos atuando em 21 Estados” 

Cleovan Siqueira, presidente nacional do Partido Liberal, está movimentando articulações em todo o Brasil para conseguir emplacar novamente a legenda, dissolvida em 2006. Confira entrevista que ele concedeu ao Jornal Opção Online
Jornal Opção

Euler de França Belém - Por que você está planejando refundar o PL?
Nós decidimos refundar o Partido Liberal porque ele é uma franquia mundial. Existe em mais de cem países do mundo. A ideia liberal surgiu exatamente na Revolução Francesa, com os conceitos de liberdade, igualdade, fraternidade. Na época do iluminismo, dos grandes pensadores, de Rousseau, Montesquieu, que queriam uma democracia liberal. Aí veio a revolução industrial inglesa e acabou por dar o impulso. O liberal é aquele que superou a monarquia praticamente no mundo todo, ou a fez se adaptar à república, sendo uma monarquia parlamentarista, como temos hoje o monarquismo moderno. E esse partido foi o primeiro do Brasil. Ele, no Brasil, foi o partido que implantou a república. Teve aqui Rui Barbosa, como o liberal mais expressivo já naquela época. Nós ajudamos Álvaro Vale a refunda-lo em 1985 e por ele elegemos vereadores, deputados estaduais. Em 2006 ele terminou, e refundamos novamente em 2007 e queremos continuar com essa ideia de ter como prioridade a educação, para poder fazer uma revolução pelas ideias, pelo conhecimento, pela sabedoria, para dar igualdade de oportunidade para todos. A sociedade só se nivela, só distribui renda, na medida em que tem uma educação igual, para rico e para pobre, para que a pessoa possa competir no mercado de trabalho e se estabelecer.
Marcellus Araújo – Para refundar o partido é necessário uma determinada quantidade de assinaturas. Você já tem essa quantidade?
São necessárias hoje, para qualquer partido ter autorização de lançar candidato, 500 mil assinaturas. O nosso partido tem o registro provisório, CNPJ, conta em banco, tudo. Mas para lançar candidato nós precisamos alcançar essas 500 mil assinaturas até o mês de maio, levar ao TSE para que ele nos autorize a poder lançar candidato ano que vem. Nós já conseguimos 400 mil, estão faltando apenas 100 mil e estamos trabalhando para consegui-las em vinte Estados do Brasil.
Marcellus Araújo – De que forma vocês estão trabalhando para completar a quantidade mínima de assinaturas?
Nós procuramos líderes que não estão no poder. É o líder comunitário, o agente de saúde, o conselheiro tutelar, o pastor pobre, o padre pobre, ou seja, aquelas pessoas que não estão no poder, pequenas lideranças da sociedade que não têm espaço em outros partidos. Essa base de líderes civis, que pretendem vir a ser vereador, prefeito ou mesmo deputado. Essas pessoas é que estão nos ajudando. Porque, na medida em que elas pegam assinaturas no seu município, elas serão já nomeadas para o diretório naquele município.
Marcellus Araújo – Para que vocês constituam a legenda e tenham base para as próximas eleições, o foco esta nas eleições municipais de 2012?
Perfeitamente. As eleições municipais é que servem de base para as eleições de 2014.
Marcellus Araújo – Existe algum nome com quem vocês estejam articulando, que tenha expressividade no cenário político nacional e estadual, que possa se filiar ao PL?
Temos parceiros. Aqui em Goiás, por exemplo, quem mais tem nos apoiado em primeiro lugar é o governador Marconi Perillo. Ele tem nos apoiado desde quando era senador. Tem aberto portas para nós no Brasil. Em segundo o lugar o José Batista Jr, o Junior da Friboi, que é filiado ao PTB, mas tem nos ajudado muito a concluir a organização do partido. Estive essa semana em São Paulo e conversei com o Guilherme Afif Domingos. É o parceiro que nós estamos buscando em São Paulo, porque ele já foi candidato a presidente da república pelo PL, já foi deputado constituinte e ele também prometeu nos dar força no Estado de São Paulo.
Marcellus Araújo – Desde quando começou esse trabalho?
Ele foi dissolvido em 2006. Em janeiro de 2007 nós refundamos novamente. De lá para cá, o trabalho é de estruturação e coleta das assinaturas.
Marcellus Araújo – Vocês estão traçando alguma estratégia para poder coletar as assinaturas mais rapidamente? Nós já estamos em fevereiro de 2011, faltam menos de três meses para completar as 500 mil assinaturas.
A estratégia é o efeito multiplicador. Para você conseguir dez por cento dos eleitores de uma cidade que tem dez mil eleitores, por exemplo, precisamos de mil assinaturas. Para consegui-las, nós pegamos dez líderes e cada um fica responsável por colher cem assinaturas. Porque até cem, ele pega com a família, com os amigos, na feira, fica mais fácil. Agora, mais que isso começa a complicar. Então usamos o efeito multiplicador, são vários líderes, e você distribui a tarefa, faz um mutirão, e fica pouca assinatura para cada líder.
Marcellus Araújo – E os Estados de atuação? Quais são os Estados que estão no foco do PL?
Vinte Estados. Eu só posso dizer os Estados em que não estamos atuando. Não estamos atuando em Rondônia, Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Sergipe e Ceará. Em todos os outros 21 existe a atuação do partido.

Quem é Cleovan Siqueira Amorim?


Dr. Cleovan Siqueira Amorim

Recentemente ouvimos de um companheiro do Distrito Federal que ao ser abordado sobre a reconstrução do Partido Liberal por uma figura que está em cargo de destaque nacional , o interlocutor perguntou: “- Quem é Cleovan?”. Bem amigos, vou tentar responder, com minhas palavras e com alguns dados para quem sabe essa “figura”, ao ler nosso BLOG, saiba quem é Cleovan. O amigo e companheiro Cleovan Siqueira Amorim nasceu em São Miguel do Araguaia no dia 18 de Outubro de 1952, filho de Salomão Medrado Amorim e Maria Benta Amorim, casado com a ilustre companheira Maria Rosa da Silva Siqueira, Rosa para os amigos, tem dois filhos: Pedro Salomão e Sama Veríssimo. Cleovan foi Vereador  e Secretário do Planejamento e da Administração em Caldas Novas; em 1990 elegeu-se Deputado Estadual pelo antigo PL e foi também Secretário de Estado do Trabalho, Diretor Administrativo da Junta Comercial do Estado de Goiás-JUCEG e Diretor do PROCON GOIÁS. Advogado Especialista em Direito Constitucional e do Consumidor foi também professor e seminarista. Sua experiência em política é tão grande que desempenhou por três governos Assessoria Especial da Governadoria. Desde janeiro de 2007, inconformado com a fusão do antigo PL com o PRONA do ex-Deputado Enéas Carneiro (in memorian), resolveu juntar companheiros que sempre militaram a causa liberal, não por negócio e sim por ideologia e refundar o Partido Liberal. Abriu frente de trabalho em diversos estados do Brasil e hoje as ações para coleta de assinaturas e refundação do NOVO PL está presente em 21 estados da Federação. Determinado e com disposição de luta vista em poucos não mediu esforços e conquistou espaço quebrando barreiras e “matando um leão por dia”. Em sua caminhada muitos companheiros foram se juntando e hoje o Partido Liberal é uma “bola de neve” montanha abaixo. Com a Sede Nacional inaugurada no último dia 19 de abril, os esforços agora estão focados na conclusão da coleta de assinaturas que tem previsão para junho próximo. O NOVO PL, como tem sido chamado, está sendo construído na rocha e com alicerce para enfrentar os enormes desafios que certamente chegarão e não tem objetivo de ser moeda de troca nem contar com “figurões” da política, busca sim integração de pessoas e usar a política como instrumento para melhorar a vida das pessoas, com foco principal na educação, pois, segundo Cleovan “ninguém consegue calar um liberal”. Portanto a quem interessar possa, esse é o Cleovan.

Família PL em reunião de trabalho recente

Gilmar Martins, Cassio Coelho e 
Dr. Cleovan Siqueira em Brasília

31 de Janeiro de 2007 no evento de refundação 
do Partido Liberal na Assembléia Legislativa 
do Estado de Goiás

REUNIÃO DO PL NACIONAL 29/06/2011

REUNIÃO DO PARTIDO LIBERAL TRATA DE ASSUNTOS VISANDO 2012 E 2014

No último dia 29 de junho, aconteceu na Sede Nacional do Partido Liberal em Goiânia-GO uma reunião de trabalho com participação de lideranças da Capital e de todo Estado de Goiás. A reunião tratou de assuntos que visam a estruturação do partido e também o começo da preparação para as eleições de 2012 com pitadas em 2014. Sob a liderança do Presidente Nacional do Partido Liberal, Dr. Cleovan Siqueira, do Presidente de Honra, Júnior FRIBOI e do Presidente Regional de Goiás, Zeíle de Mendonça a reunião transcorreu no melhor clima possível onde várias lideranças colocaram seus pontos de vista, convergindo para busca de novos horizontes em comum.


TSE aprova calendário para eleições


     Brasília - O Plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou, na noite de terça-feira (28), o calendário eleitoral referente às eleições municipais de 2012, O pleito será realizado no dia 7 de outubro, em 1º turno, e no dia 28 de outubro, nos municípios onde houver a necessidade de 2º turno. O calendário traz as principais datas a serem observadas por eleitores, partidos políticos, candidatos e pela própria Justiça Eleitoral. Em 2012, os eleitores vão eleger prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em mais de 5,5 mil municípios brasileiros.  Principais datas
Um ano antes do pleito, no dia 7 de outubro de 2011, todos os partidos que quiserem participar das eleições devem ter obtido registro no TSE. O prazo é o mesmo para os candidatos que pretendem concorrer estarem com sua filiação partidária regularizada, e terem como domicílio eleitoral a circunscrição na qual pretendem disputar mandato eletivo.
A partir do primeiro dia do ano da eleição, os institutos de pesquisa ficam obrigados a registrar seus levantamentos. Também a partir desse dia, a Administração Pública fica proibida de distribuir bens, valores ou benefícios gratuitamente, a não ser em situações excepcionais.
Em 9 de maio termina o prazo para que o eleitor possa requerer inscrição eleitoral ou transferência de domicílio. Neste mesmo dia termina o prazo para que o eleitor com deficiência ou com mobilidade reduzida peça transferência para uma seção eleitoral especial.
As convenções para escolha dos candidatos acontecem entre os dias 10 e 30 de junho. Nesse período, emissoras de rádio e TV estão proibidas de transmitir programas apresentados por candidato escolhido em convenção.
A CCJ do Senado aprovou ontem regra para garantir fidelidade partidária (Foto : J.
Os registros dos candidatos podem ser feitos, pelos partidos ou coligações, até o dia 5 de julho. No dia seguinte, passa a ser permitida a realização de propaganda eleitoral, como comícios e propaganda na internet (desde que não paga), entre outras formas.
Os registros dos candidatos podem ser impugnados até o dia 18 de julho, seja por adversários, partidos políticos, coligações ou pelo Ministério Público.
No dia 6 de agosto os candidatos devem apresentar à Justiça Eleitoral, para divulgação pela internet, relatório dos recursos recebidos para financiamento da campanha eleitoral: a primeira prestação de contas parcial. A propaganda eleitoral gratuita na rádio e na TV começa no dia 21 de agosto, uma terça-feira.
A segunda prestação de contas parcial deve ser apresentada por candidatos e partidos políticos até o dia 6 de setembro.
A lacração dos programas-fonte, executáveis, arquivos fixos, de assinatura digital e chaves públicas, utilizados nas urnas eletrônicas, acontece até o dia 19 de setembro.
A propaganda eleitoral gratuita na rádio e na TV se encerra no dia 4 de outubro, três dias antes da realização do pleito. Na mesma data se encerra o prazo para propaganda mediante reuniões públicas ou comícios, e também para realização de debates nas rádios e nas TVs. No dia 5, se encerra o prazo para divulgação de propaganda paga em jornal impresso.
E no dia 6, acaba o prazo para propaganda mediante alto-falantes ou amplificadores de som, bem como para distribuição de material gráfico e promoção de carreatas.
O primeiro turno acontece no primeiro domingo de outubro, dia 7. Nos municípios onde houver necessidade de segundo turno, a propaganda eleitoral fica permitida já a partir do dia 8. A propaganda eleitoral gratuita na rádio e na TV, para o segundo turno, pode começar até o dia 13 de outubro e se estende até o dia 26. O segundo turno acontece no último domingo de outubro, dia 28.
No dia 6 de novembro acaba o prazo para partidos e candidatos – exceto os que forem para segundo turno –encaminharem à Justiça Eleitoral as prestações de contas do primeiro. Os candidatos que concorrerem no segundo turno têm até 27 de novembro para prestar contas.
O eleitor que não votar no primeiro turno tem até o dia 6 de dezembro para justificar sua ausência ao juiz eleitoral. Quem não votar no segundo turno tem até 27 de dezembro para se justificar.
A diplomação dos eleitos deve acontecer até o dia 19 de dezembro.

CARTÓRIO ELEITORAL EM TAMOIOS !

     Segundo informações recebidas recentemente através de vários meios de comunicação em breve teremos o TRE em Tamoios, estaremos fazendo contato com TRE para confirmação e logo estaremos trazendo mais detalhes, com essa possibilidade poderemos alcançar uma média de 30.000 eleitores, isso é muito bom, afinal estamos nos aproximando das eleições e Tamoios precisa mostrar sua força !

sábado, 2 de julho de 2011

POLÍTICOS DE TAMOIOS SE ORGANIZAM E FORMAM UM GRUPO.

Em março deste ano, começamos a trabalhar em um projeto de organização partidária. No primeiro momento nos reunimos para formação do grupo, logo conseguimos reunir várias pessoas que ja participaram de outros processos eleitorais, e decidimos que a melhor forma de alcançar nossos objetivos, seria que ficassemos juntos em um só Partido Político. Num segundo momento começamos a verificar qual partido poderíamos utilizar para este projeto, porque sabemos que muitos partidos são usados como legenda de aluguel. Foi quando surgiu o PL ( Partido Liberal ), um Partido que está renascendo e que por estar chegando ao cenário político sem comprometimentos seria ideal para nossa proposta, e assim formamos o Partido Liberal de Cabo Frio-RJ.


     Inicialmente formamos uma diretoria provisória tendo como :
Presidente             Francisco Vicente
Secretário              José Ricardo
Tesoureiro              Sérgio Cortes


     Seguidos de colaboradores e pré candidatos a vereador, e também nosso pré Candidato a Prefeito de Cabo Frio,  e assim pela primeira vez na história da política cabofriense Tamoios lançará um candidato a Prefeito.

     Agora você morador de tamoios , não precisa falar de emancipação, porque podemos ter um Prefeito que poderá governar com responsabilidade e igualdade, para  Tamoios e Jardim Esperança , trazendo de volta o orgulho de ser  Cabofriense.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

APOIO AO PL POR LIDERANÇAS POLÍTICAS

ANDERSON MOURA - VICE PREFEITO DE ARARUAMA
CHUMBINHO - SÃO PEDDRO DE ALDEIA
CHIQUINHO DA EDUCAÇÃO - BÚZIOS
ANDINHO - ARRAIAL DO CABO
PAULO DAMES - CASEMIRO DE ABREU
ZELÃO - SILVA JARDIM
SOLANGE ALMEIDA - RIO BONITO
AMARO - CARAPEBUS
FATIMA - QUISSAMÃ
CARLA - SÃO JOÃO DA BARRA
E MUITOS OUTROS...

GRUPO DE COORDENAÇÃO DO PL CABO FRIO

VICENTE DE TAMOIOS \ RICARDO DOS EVENTOS \ SERGIO CORTES DO FORUM \ ROGERIO ABRIL DA PETROBRÁS \ JOSÉ CARLOS DA IGREJA MUNDIAL \ ANDRÉ GOMES DA AG IMÓVEIS \ LUCAS ADRIANI DA AG IMÓVEIS \ LULA DO RESTAURANTE VERÃO \ BIRA DO ARTESANATO \ FONSECA DO CAIÇARA \ SAULO DO PL JOVEM .

HISTORIA DO PL 3ª parte

Lideranças trabalham para refundar o PL

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Refundar o Partido Liberal (PL) no Brasil. Essa é a expectativa do ex-deputado e atual presidente da sigla, Cleovan Siqueira, e de antigos filiados que ficaram insatisfeitos com a fusão do partido com o Prona, em 2006, resultando no Partido da República (PR). Cleovan afirma que desde 2007, os membros fundadores do PL estão articulados pra trazer novamente a legenda para o cenário político. Segundo ele, quando da extinção, o diretório nacional não discutiu com todos os membros a decisão de fundir o partido. “Quando a direção resolveu extinguir o partido, os quadros históricos não foram consultados”, afirmou Cleovan, um dos fundadores do PL em 1985.
Para que um partido possa ser reconhecido como tal e garantir o lançamento de candidaturas nas eleições é necessário, além dos trâmites legais, como criação de CNPJ, ata de fundação, entre outros, conseguir 500 mil assinaturas. Cleovan garante que faltam apenas 100 mil assinaturas, que devem ser colhidas até o mês de maio, para que o partido possa disputar as eleições de 2012. Embora esteja organizado em 20 estados brasileiros, é a partir de Goiás que o novo partido pretende crescer. Isso se explica pela formação do atual diretório nacional, composto majoritariamente por goianos.
O novo PL já deve nascer com DNA tucano. Na semana passada, em encontro realizado por membros do partido, o empresário José Batista Júnior (PTB), conhecido como Júnior da Friboi, foi homenageado pelo grupo graças ao apoio pessoal para que o partido consiga ser registrado. Encontrei pessoas dispostas a criar conosco este novo partido inspirado no trabalho e na educação, para a construção de um país desenvolvido com um povo preparado e vivendo de maneira digna”, declarou Cleovan em agradecimento à José Batista. 
O presidente do Partido Liberal afirmou que a intenção do empresário é ajudar a fundação do partido, pois considera “importante ter vários partidos no país” e também “ajudar o governador Marconi”, com a criação de mais um partido para fortalecer sua base. Cleovan fez questão de ressaltar que José Batista permanece no PTB e que o presidente Jovair Arantes do mesmo modo é apoiador da refundação dos liberais.
História
Nem todos os liberais se filiaram ao PR e desde o fim do partido quadros históricos pretendem refundar o Partido Liberal. Embora tenha ficado mágoas com os ex-correligionários que fundiram o partido com o Prona, comandados por Valdemar Costa Neto, em Goiás a relação com as lideranças continuam as mesmas, sem conflitos, como com o deputado Sandro Mabel. Em 2007, uma nova articulação política comandada por Cleovan Siqueira restaurou a ideia de recriar o PL, com suas inspirações históricas, desde a revolução francesa, até os ideais de Rui Barbosa, na primeira versão do partido liberal no Brasil.
   Temos orgulho de participar deste processo como fundador.
                                                 Francisco Vicente .

HISTÓRIA DO PL 2ª parte

História

Foi criado em 1985, participando logo das eleições municipais, tendo como candidato o então deputado federal Ruy Côdo, em São Paulo, e Álvaro Valle, que tinha sido preterido por Rubem Medina como candidato pelo PFL. Nas eleições de 1986, ainda tinha o registro provisório, e elegeu vários deputados na Assembleia Constituinte. Seu número eleitoral era o 22 e obteve registro permanente em 25 de fevereiro de 1988. Nesse ano, lançou como candidatos as prefeituras de São Paulo, e Rio de Janeiro, respectivamente, João Mellão Neto, ex-secretário do então prefeito Jânio Quadros, e Álvaro Valle, presidente da legenda, que novamente obteve grande votação.
No ano de 1989, o partido lança Guilherme Afif Domingos como candidato à presidência, com uma plataforma neoliberal, com sua famosa frase "Juntos, chegaremos lá!". Quando começou a crescer nas pesquisas, o candidato da coligação PL-PDC passou a ser atacado pelos adversários que acusavam o candidato de ligações com o malufismo e com a ditadura militar. Ficou em sexto lugar, ao final da eleição.
Nas eleições de 1994, a legenda quase lançou como candidato o empresário potiguar Flávio Rocha, deputado federal pela legenda. Mas escândalos de corrupção o tiraram do pleito. Assim, restou ao PL, que já nesta época defendia a idéia de Imposto Único, apoiar o senador tucano Fernando Henrique Cardoso, ex-ministro de Itamar Franco, eleito em primeiro turno. O PL elegeu seu primeiro senador, o paulista Romeu Tuma, que, mais tarde iria para o PSL, PFL, DEM e PTB. Mas o PL rompeu com FHC e, em 1998, apoiou o ex-governador do Ceará e ex-Ministro da Fazenda Ciro Gomes, então no PPS. A coligação Brasil Real e Justo (PPS, PL, PAN) ficou em terceiro lugar. FHC foi reeleito. O PAN foi incorporado ao PTB em 2006.
Em 2000, o PL reelegeu o prefeito de Manaus, Alfredo Nascimento, ex-aliado do governador Amazonino Mendes. Em 1996, Alfredo estava no extinto PPB, como Amazonino. Distante do Governo de FHC, em 2002, o PL apóia o petista Luiz Inácio Lula da Silva, tendo como vice o megaempresário mineiro José Alencar, senador eleito pelo PMDB em 1998, na chapa de Itamar Franco governador e Newton Cardoso vice. Lula ganha a eleição de 2002.

[editar] Eleições de 2002

O Partido Liberal se coligou nas eleições brasileiras de 2002 junto ao PT, PCB, PC do B e PMN no pleito que elegeu Luís Inácio Lula da Silva (do PT) como presidente da República e José Alencar (do PL) como vice-presidente.

Fusão

Em 21 de dezembro de 2006 é anunciada a fusão do PL com outra sigla, o Partido de Reedificação da Ordem Nacional (PRONA), liderado por Enéas Carneiro, que morre logo em seguida, formando uma nova sigla, que passa a manter o número eleitoral do PL (22). Assim foi criado o Partido da República (PR).

Participação do partido nas eleições presidenciais



Ano↓ Candidato a Presidente↓ Candidato a Vice-Presidente↓ Coligação↓ Votos↓  %↓ Colocação↓
2002 Luiz Inácio Lula da Silva (PT) José Alencar (PL) PT, PL, PC do B, PMN e PCB 52.793.364 61,27
1998 Ciro Gomes (PPS) Roberto Freire (PPS) PPS, PL e PAN 7.426.190 10,97
1989 Guilherme Afif Domingos (PL) Aluísio Pimenta (PDC) PL e PDC 3.272.462 4,53

HISTÓRIA DO PL 1ª parte

Partido Liberal foi um partido político brasileiro do Período Imperial, surgido por volta de 1837 e extinto com a Proclamação da República, em 1889.
Sua ideologia propunha a defesa dos interesses dos senhores rurais e das camadas médias urbanas sem compromissos diretos com a escravidão. Com base de apoio nas províncias do Centro-sul do país, pode ser considerado como um partido à esquerda de seu grande rival, o Partido Conservador, que tinha como bandeira a manutenção da dominação política das elites escravocratas rurais. Mesmo assim, jamais assumiu qualquer feição revolucionária ou popular, servindo apenas como instrumento de defesa dos interesses em jogo de um grupo social muito restrito daquele tempo.
Já em fins de 1860, o Partido Liberal deu lugar a Liga Progressista, cujo fundador principal foi Joaquim Nabuco. A Liga Progressista, porém, logo teve nova cisão, mantendo-se nele os liberais moderados, ao passo que os liberais radicais uniram-se aos republicanos e um pequeno grupo mais conservador fundou o novo Partido Liberal, em 1870. O novo Partido Liberal, de 1870, passou a defender um programa político que não se restringia à questão da centralização do poder, defendendo temas como a abolição da escravatura e eleições diretas.
O Partido Liberal diferia do Partido Conservador quanto ao método ou ao modo de lidar com a realidade social. Os conservadores apostavam num poder central forte, enquanto os liberais defendiam a autonomia das províncias e valorizavam a representação nacional (deputados eleitos). Embora a diferença de posição entre conservadores e liberais não fosse grande nem irreconciliável, ambos adotavam processos absolutamente iguais, usando da máquina administrativa de acordo com suas necessidades eleitoralistas. A ponto de o Imperador D. Pedro II do Brasil registrar em suas notas particulares que "a nossa principal necessidade política é a liberdade de eleição".